Dificuldades nos estudos em casa, e agressividade em crianças: soluções sistêmicas.


Vamos ao que pode contribuir. Somente ao que pode contribuir, dentro do pensamento sistêmico.

Todas as questões pendentes dentro do âmbito familiar, estão muito mais evidentes, pois estamos sendo desafiados por situações inimagináveis. Ninguém está preparado.


E o que pode facilitar?

Primeiramente, não perder tempo e energia buscando culpados. Depois, pensar o que poderia ter o melhor e mais rápido resultado.

Mesmo estando nossa realidade de cabeça para baixo, as crianças precisam de algumas coisas. Caso você esteja com dificuldade, a primeira coisa, é buscar ajuda. Por ajuda, não incluo palpites alheios. Também não resolve culpar e reclamar. Seguem alguns aspectos para que considere:

-caso a criança já estivesse com dificuldade de foco e aprendizagem antes, não será agora que vai conseguir, sem um suporte;

-o ambiente que ela precisa para estar tranquila e conseguir se dedicar aos estudos, é essencial. Não somente o espaço físico, que com certeza pode não ser o ideal, mas a disposição dos adultos;

-a criança não tem culpa da crise e não tem como ajudar os pais em questões de gente grande. Transferir problemas para a criança, não importa a desculpa que encontre, só vai piorar a situação;

-jogar para a criança situações que ela não sabe como resolver, vai deixá-la desesperada, agressiva. Não vai conseguir se concentrar e ter disposição para estudar;

-problemas de relacionamento entre os pais, cabem aos pais. Falar mal do outro, vai deixar a criança num dilema: ela vai se colocar na defesa de um dos pais, sendo que ela ama aos dois!

-temos nossas questões de adultos para resolver, e FILHOS que devem ter alguma esperança no futuro.

Busque seu aperfeiçoamento. Os pais se colocando na posição de adultos, livra as crianças do peso de assumirem responsabilidades que não são deles. Muitos pais nessa situação, têm suas próprias crianças feridas. Constelar pode ajudar, nas suas próprias dores, e facilitar um reposicionamento.

Se está difícil, tente começar olhando seu filho nos olhos, com compaixão, transmitindo amor. Busque esse amor dentro de você. Não importa o que tenha vivido com seus pais. Foi o que foi. Quem só mira o passado, não busca soluções.

Olhe para esse ser humano ao seu lado. Pare tudo, esvazie seu interior. Caso tente, vai começar a ver diferenças. Assim, a criança vai começar a sentir que os pais estão presentes.

Boa sorte minha gente, e mãos à obra!


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